Foto: Foto: divulgação/MS
Unidades básicas de saúde de todo o país, participam do “Dia D” da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, neste sábado (8). O Ministério da Saúde quer vacinar, no mínimo, 95% do público-alvo, composto por cerca de 13 milhões de crianças com menos de cinco anos.
Em Formosa do Rio Preto, seis PSF’s estarão abertos neste sábado (8) para vacinar crianças de 1 ano até cinco anos. O atendimento ocorre a partir das 8h e segue até as 17h.
O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI) do Ministério da Saúde, Eder Gatti, lembra que o Brasil não registra casos da poliomielite há 35 anos, mas que o vírus causador da doença continua circulando em outros países. Daí a importância de profissionais de saúde, pais e responsáveis se envolverem na campanha que está em curso.
É uma doença contagiosa causada por um vírus que pode infectar crianças e adultos. A transmissão ocorre por meio de contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes. Nos casos graves, pode levar à paralisia dos membros inferiores.
De acordo com o Ministério da Saúde, a falta de saneamento básico, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária são fatores que favorecem a transmissão do poliovírus, causador da paralisia infantil. Ao infectar a medula e o cérebro, o vírus causa sequelas motoras que não têm cura.
Entre as sequelas da doença estão dores nas articulações, crescimento diferente ou paralisia de uma das pernas, osteoporose, dificuldade de falar, atrofia muscular e hipersensibilidade ao toque.
Embora não tenham cura, as sequelas motoras podem ser aliviadas por meio de fisioterapia e exercícios que ajudam a fortalecer os músculos prejudicados, tratamentos que também ajudam na postura corporal, aumentando a qualidade de vida. O uso de remédios para aliviar as dores musculares e articulares pode ser indicado.
Eles variam de acordo com cada caso clínico. Alguns pacientes não apresentam sintomas, enquanto em outros há manifestações neurológicas mais graves, aponta o Ministério da Saúde. A maioria das pessoas infectadas não fica doente ou manifesta sintomas, embora o poliovírus possa causar paralisia e até mesmo a morte.
Confira quais os sintomas mais frequentes:
Nos casos em que há paralisia, os infectados apresentam repentina deficiência motora — acompanhada de febre —, assimetria na musculatura dos membros, em especial dos inferiores, flacidez muscular, sensibilidade conservada, e persistência de paralisia residual depois de 60 após o início da doença.
De acordo com as autoridades de saúde, o médico deve suspeitar de poliomielite sempre que menores de 15 anos apresentarem paralisia flácida de surgimento agudo, com diminuição ou abolição de reflexos tendinosos. Os exames de cultura e a eletromiografia podem ajudar na identificação da doença. O diagnóstico ocorre por meio da detecção de poliovírus nas fezes.
Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.
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