Reprodução da Agência Lusa, via Observador
Já chega a 73, o número de mortos em uma seita no Quênia, que incentivava aos seus seguidores a jejum, para “encontrarem Jesus”. Os corpos encontrados ao longo dos últimos dias em Malindi, no leste do país no continente africano, estavam em uma vala.
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Os mortos faziam parte da Igreja Internacional das Boas Novas. A polícia prendeu há dias, Makenzie Nthenge, o fundador da igreja. As investigações apontam que ele incentivou seus seguidores a jejum total “para conhecer Jesus”.
Segundo a polícia local, vários de seus seguidores encontram-se escondidos e jejuando. Boa parte dos corpos estava em uma vala comum em uma floresta da região, onde os membros da seita se encontravam para realização de cultos. O chefe das investigações local, Charles Kamau, afirmou que a polícia ainda busca por desaparecidos.
Na semana passada, quatro corpos foram encontrados, após denúncia de uma vala comum. Uma mulher encaminhada ao hospital tinha sinais de fraqueza e se recusava a comer.
Outros 11 fiéis encontrados na floresta, conhecida como Shakahola, entre homens e mulheres com idades de 17 a 49 anos, seguem hospitalizados.
O presidente do Quênia, William Ruto, prometeu nesta segunda-feira 24 adotar medidas contundentes contra movimentos religiosos “nebulosos”.
“O que vimos em Sakhola é algo característico de terroristas”, declarou o presidente durante uma cerimônia de entrega de diplomas aos funcionários do sistema prisional.
Com g1 e Carta Capital
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