Lenda do boxe baiano, Holyfield sofre com diabetes e depressão
O ex-pugilista Reginaldo Holyfield participou do ato simbólico de entrega de alimentos realizado nesta terça-feira (23), no Centro de Treinamento de Boxe e Artes Marciais da Bahia – Waldemar Santana, no Largo de Roma, em Salvador. As doações foram resultados da ação Todos Por Holyfield, que no dia 6 de maio promoveu apresentação de 27 lutas, válidas pela etapa final do Campeonato Baiano de Boxe, com o objetivo de ajudar nas despesas imediatas do ex-atleta, que enfrenta problemas de saúde.
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A ação Todos Por Holyfield foi realizada pela Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho Emprego Renda e Esporte (Setre), em parceria com a Federação de Boxe da Bahia, e coletou cerca de 700 quilos de alimentos. Parte dos alimentos arrecadados foi doada a Holyfield, familiares e vizinhos carentes, e o excedente foi direcionado ao programa Estadual Bahia Sem Fome.
“O bom de tudo é que existe gente com bom coração. A Bahia e essa família que é a Bahia dentro do esporte”, declarou o ex-boxeador e ídolo do boxe que, ao longo da carreira disputou mais de 100 lutas, ganhou títulos nacionais e internacionais e travou duelos emblemáticos com o arquirrival, o pernambucano Luciano Todo Duro.
“Foram mais de 600 pessoas aqui abraçando Holyfield e, em um grande ato, ele devolveu a solidariedade que recebeu. Doou ao programa Bahia Sem Fome – que está chegando à mesa de quem precisa –, os alimentos excedentes da arrecadação que foi feita. Tenho certeza que esse gesto tão bonito vai inspirar outras pessoas a garantirem mais força para esse importante programa do Estado”, afirmou o diretor-geral da Sudesb, Vicente Neto.
De acordo com a filha de Holyfield, Viviane Andrade, as doações chegaram em uma boa hora. O dinheiro vai para a compra de medicamentos, transportes e para reforçar a alimentação, complementando o que foi recebido com a arrecadação. Sobre a parte doada, Viviane reforçou o gesto do pai. “É sempre bom fazer doação para quem também precisa. Além de nós, outras pessoas também estão precisando”, destacou a filha do ex-atleta.
O Holyfield baiano começou a carreira com o nome Pantera Negra, mas há 20 anos começou a ser comparado com o estilo do americano Holyfield. “A aparência física era muita. Eles lutavam muito parecido também. Mão pesada e derrubadora. Quando o Reginaldo Holyfield virou profissional, a galera começou a dizer que ele era igual ao americano”, contou Tiany Rebouças, que treina o baiano. O baiano Holyfield tem um sonho: conhecer o Holyfield ‘original
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