
O Conjunto Penal de Barreiras registrou, na segunda-feira (02), uma tentativa de ingresso de substância ilícita durante o procedimento de revista realizado no período de visitas. A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) não especificou o tipo do material.
A irregularidade foi identificada por meio do equipamento Body Scan, utilizado no controle de acesso à unidade. Após a detecção do material suspeito, a equipe de monitoramento realizou a abordagem imediata e adotou os protocolos de segurança estabelecidos. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 49 gramas da substância.
A ocorrência foi comunicada à Direção do presídio e devidamente registrada e, em seguida, a visitante foi encaminhada à Delegacia de Polícia para as providências legais cabíveis. Não há informações se ela ficou detida.
Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) informou que mantém rigor no cumprimento dos procedimentos de segurança em todas as unidades prisionais do estado.
Também em janeiro e durante o procedimento de revista no Presídio de Barreiras, uma visitante — companheira de um interno — também foi flagrada com cerca de 20 gramas de substância análoga à maconha, escondida nas partes íntimas.

Salvador
Já em Salvador, duas mães de presos foram flagradas com drogas escondidas em farofas, também durante visitas.
Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), apesar da semelhança no modo de ocultação, os casos são distintos e envolvem visitantes e custodiados diferentes.
No primeiro flagrante, de acordo com a Seap, durante o procedimento de revista de rotina, policiais penais identificaram a substância ilícita escondida dentro de uma vasilha com farofa. Após inspeção minuciosa, foram encontrados aproximadamente 38 gramas de substância análoga à maconha
Na outra ocorrência, registrada no mesmo dia e na mesma unidade prisional, uma segunda visitante foi surpreendida durante a inspeção dos pertences ao tentar entrar com cerca de 13 gramas de substância análoga a haxixe, também escondida em uma vasilha com farofa.
Assim como no primeiro caso, a mulher foi conduzida à sala de segurança e presa. A Seap informou que as duas situações foram comunicadas à direção da unidade e registradas no sistema interno da CPSa.
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