Aprosoja cobra retomada de obras da Transcerrado no Piauí

Castro Neto (de terno) recebeu a Aprosoja PI Foto: Reprodução Aprosoja

 

com informações da Aprosoja/PI
Foto: Reprodução Aprosoja/PI

Em reunião dia 09 de janeiro em Teresina com diretor geral do Departamento de Estradas de Rodagem – DER-PI, Castro Neto, Alzir Neto, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Piauí – APROSOJA, discutiu a retomada de obras em rodovias no Estado. Na reunião também estava presente, Viviane Moura, superintendente das Parcerias Público-Privadas do Governo piauiense e Rafael Maschio diretor executivo da Aprosoja.

A Aprosoja-PI cobra a retomada das obras licitadas pelo Estado ainda em 2013 (1o trecho da PI-397/Transcerrado, de 117 km, e dos 16,5 km da PI-392, na subida da Serra Grande). A entidade também quer a construção de uma base de asfalto em cerca de 30 km na Transcerrado (PI-397) para evitar os atoleiros na rodovia. “Esta é uma solução mínima já identificada pela Aprosoja-PI e DER-PI para que seja garantida a trafegabilidade e o transporte de grãos e insumos”, destaca o presidente da entidade Alzir Neto.

Segundo a Aprosoja, toda a parte técnica destes projetos está pronta, mas esbarram na falta de “priorização e garantia” dos recursos para a execução por parte do executivo estadual.

Já a superintendente Viviane Moura lembrou que o governo local já trabalha com modelagens que podem ajudar a minimizar os desafios relacionados ao modal de transporte rodoviário na região sul do Piauí.

“Uma delas é uma empresa privada assumir a construção, operação e manutenção, por meio de Parcerias Público-Privadas, da rodovia Transcerrados”, disse a gestora. Outra sugestão apresentada é “criar uma sociedade de propósitos específicos para que o governo, em parceria com o setor privado, em especial os produtores, implantem a rodovia 392”, explicou Alzir Neto.

O empresário reforçou que o maior problema para os produtores é a falta de infraestrutura de estradas. “São rodovias intrafegáveis, que boa parte das empresas de transporte não querem mais ir e aí acabamos tendo um custo a mais quando vamos atender determinada região no Piauí, é como se eles cobrassem bandeira dois para fazer o transporte”, explicou Neto ao portal do governo do Piauí.

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