A criação deste sítio inaugura uma iniciativa especial ( www.portaldocerrado.com ), pois este se coloca como a porta de entrada de formação e informações dos cidadãos territorializados na Bacia do Rio Grande, especialmente de Formosa do Rio Preto (BA). A partir de agora textos e demais comunicações aparecerão neste sítio ou site para os formosenses, para os baianos, brasileiros e até  nossos irmãos planetários que têm origem em outros países. Estaremos em rede conectados com informações, análises e conteúdos que dirão de nós, de nossos modos de vida, de nossas águas, de nossos cerrados, caatinga, veredas, gerais…

Este sítio é um chamamento para reflexão, para participação e para as ideias coletivas que melhorem a vida na cidade e no campo. São convocados aqui as reflexões e ações que coadunem com a melhoria do bem estar e da convivência coletiva. Aqui dialogaremos sobre o caminho trilhado pelos povos que bebem da mesma água (Urucuia), que compartilham o mesmo ambiente e que por isso criam identidades e afinidades. Sem limite de idade, mas com definição de responsabilidade!

É tempo de pensar em gente.  Andemos com o espírito de força, de coletividade, de unidade territorial, de humanidade que sabe o que lhe falta e que teima em buscar tempos melhores! Os dias vividos até aqui não tem nos sido muito favoráveis à amplidão da vida, das virtudes, distribuição honesta das riquezas e do desenvolvimento humano.

Nestes tempos sombrios de informações rápidas e passageiras convido a todos para colaborar com notícias, publicações, indicações de pessoas e seus artigos e informes que contribuam com o pensamento e desenvolvimento da gente.

O núcleo formador deste sítio já vinha fazendo história irradiando o diálogo neste território para fortalecer direitos e vencer limitações com a realização do Seminário do Cerrado, realizado em dezembro de 2017; Seminários de Combate ao Racismo Institucional, realizado em setembro de 2017 e abril 2018; Palestra do Defensor Público do Estado da Bahia em Formosa do Rio Preto.

Queremos alcançar as estrelas, sem tirar os pés do chão”