Família Hoffmann lembra um ano da morte do patriarca Ari

Nascido no estado de Santa Catarina em 1948, Ari Hoffmann chegou ao Oeste da Bahia no final da década de 1980.

Ari Hoffman, Bahia, Santa Catarina
Foto: Álbum da família

Nesta terça-feira (21), faz um ano do falecimento de Ari Hofmmann, um sulista visionário que acreditou no desenvolvimento do Oeste da Bahia. Se estivesse vivo, estaria então com 75 anos. Natural de Peritiba, em Santa Catarina, chegou na Bahia em 1989 para gerenciar a agência do Banco do Brasil em Riachão da Neves. De lá ampliou laços por todo o Oeste da Bahia, inclusive com Formosa do Rio Preto.

Em 1991, foi transferido para uma agência em Barreiras. Segundo a filha dele, Esther Cristine, era um homem que acreditava no potencial da região, que hoje é uma das mais prósperas da Bahia. Para ele era importante o investimento para haver o desenvolvimento.

Segundo ela, que também é bancária e casada com um formosense, ele fez questão de continuar morando no estado após sua aposentadoria, onde fez muitos amigos. Para a família, Ari era um homem de olhar franco, fala tranquila, um bom ouvinte e um excelente conselheiro e o melhor amigo.

Todos os dias fazemos questão de recordar a pessoa maravilhosa que ele foi, e assim será para sempre, pois sua memória jamais se apagará de nossos corações.

diz ela.

Além de Esther, outros dois filhos, Ben-Hur e Douglas. Era casado com Nilah Hoffmann, hoje professora aposentada. Avô de Matheus, Esther, Eduarda, Adrian, Ari, Alice, Carlos Eduardo e Alex. Bisavô de Alisson e Maria Lis.

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